O jogo desta quarta-feira, contra o Atlético-MG, em Sete Lagoas, representará uma mudança na estratégia do grupo Hypermarcas para o Corinthians. A companhia vai reduzir o número de produtos expostos no uniforme alvinegro, tirará o detergente Assim dos ombros e colocará nessa vaga o desodorante Avanço.
A marca Avanço já aparecia, desde o ano passado, nas axilas da camisa do Corinthians. Trata-se de um produto voltado ao público masculino, alvo diferente do antecessor nos ombros da camisa alvinegra.
Com a nova estratégia, a Hypermarcas reforça a aposta no Avanço como marca a ser trabalhada no esporte. O desodorante também aparece nas axilas do Ceará, outro clube patrocinado pelo grupo, e tem patrocínio aos nadadores César Cielo, Nicholas Santos, Henrique Barbosa e Gabriel Mangabeira.
Na última segunda-feira, aliás, o desodorante Avanço lançou sua nova campanha e ratificou essa postura. A peça, veiculada no intervalo do Jornal Nacional, foi gravada em São Paulo e tem participação dos quatro nadadores apoiados pela marca.
A camisa do Corinthians tem outras duas marcas do grupo Hypermarcas: o laboratório de genéricos Neo Química ocupa peito e costas, e a Bozzano aparece nas mangas. O clube também tem banco Panamericano (barra da camisa/calção) e TIM (número) em seu uniforme.
O jornal italiano "Corriere dello Sport" noticia que a Inter de Milão pretende contratar reforços de peso na próxima temporada. Além de Kaká , o meia alemão Schweinsteiger, do Bayern de Munique, também estaria em pauta.
Para contratar o alemão, porém, os italianos, que estariam dispostos a oferecer 30 milhões de euros, teriam que brigar com o Real Madrid, que desde antes do início desta temporada mostra interesse no jogador.
Destaque da Alemanha na Copa do Mundo da África do Sul, Schweinsteiger poderia ser parte de um time "galáctico" da Inter de Milão, que contaria, além dele, com Sneijder, Kaká e Eto'o.
O tablóide britânico "News of The World" noticia que o Manchester City vai tentar contratar o atacante brasileiro Pato, do Milan.
Segundo a publicação, os maiores gastadores da temporada estariam dispostos a oferecer a fantástica quantia de 75 milhões de libras pelo atacante, que se tornou a opção prioritária do treinador Roberto Mancini para a temporada.
Além do dinheiro, o clube poderia incluir na proposta ao Milan um outro jogador. O atacante Adebayor e o zagueiro Zabaleta seriam as opções. O atacante togolês, segundo o jornal, poderia ser fundamental para atrair o interesse dos italianos, que aumentariam ainda mais o poder de fogo de seu ataque, que já conta com Ibrahomovic e Robinho.
A oferta seria feita em janeiro, quando a janela de transferências européias volta a ser aberta.
A diretoria do Palermo mandou um recado aos times que estão de olho no argentino Javier Pastore, que vem se destacando na temporada. O meia só deixará o clube italiano por € 60 milhões.
Barcelona e Real Madrid já manifestaram interesse no jogador de 21 anos que disputou a Copa do Mundo com a camisa da Argentina na África do Sul.
A garantia foi dada pelo presidente do Palermo Maurizio Zamparini.
- Não vendo Pastore por menos de € 60 milhões. Não preciso fazer dinheiro com o futebol. Por isso, vou tentar manter Pastore no clube - disse o dirigente.
Além de Barçelona e Real, Manchester City, Bayern e Internazionale também estariam de olho no jogador, segundo imprensa italiana.
O Liverpool anunciou nesta quarta-feira que chegou a um acordo para a sua venda. O comprador é a empresa americana "New England Sports Ventures" (NESP), dona do time de beisebol Boston Red Sox (EUA).
Para a venda ser concretizada, falta apenas a aprovação da Federação Inglesa (FA) e da Premier League, além de uma decisão de um pequeno conflito que envolve a composição do conselho do clube.
O atual presidente do Liverpool, Martin Broughton, comemorou.
- Estou encantado por termos sido capazes de concluir com sucesso o processo de venda, que tem sido detalhado e muito extenso. O Conselho decidiu aceitar a proposta do NESV tendo em conta que foi a que melhor atendeu aos critérios que estabelecemos originalmente para encontrar um proprietário adequado. A filosofia do NESV é pensada em ganhar e eles têm demonstrado totalmente isso nos Red Sox.
O cartola, porém, criticou a ação dos atuais donos do clube no processo.
- Só lamento que os donos tenham tentado de tudo para evitar que o acordo acontecesse e que nós tenhamos que passar por procedimentos judiciais para completar o negócio.
O futuro dono dos "reds" é John Henry, dono do Boston Red Sox e envolvido com a NASCAR, categoria de automobilismo norte-americano.
Os atuais donos do clube, os também americanos Tom Hicks e George Gilletts, compraram o Liverpool em 2007 por cerca de 250 milhões de euros , mas contraíram uma dívida gigantesca de 400 milhões de euros com o Royal Bank of Scotland.
Um empresário chinês e uma família do Kwait também estavam interessadas em comprar o clube.
O Juventus já teria acertado a contratação do atacante do Wolfsburg Edin Dzeko para a próxima temporada. A informação é do jornal italiano "Corriere dello Sport". A proposta seria de € 30 milhões do clube de Turim pelo artilheiro da Bundesliga na temporada passada.
Dzeko é um desejo antigo do presidente da Velha Senhora, Andrea Agnelli, que buscou a contratação do jogador bósnio. O dirigente tentou colocar como moeda de troca o brasileiro Diego, que se transferiu para o Wolfsburg.
Os rumores do acordo com Dzeko ganham força na Itália, já que o time alemão teria interesse em contratar o argentino Maxi Lopez, que joga no Catania, para o lugar do camisa 9
O Grêmio Prudente ainda não fechou suas cotas de patrocínio para exposição no uniforme. Nesta semana, o clube anunciou oficialmente o acerto com o BMG, que já teve sua marca estampada na região inferior do peito da camisa do time prudentino. Apesar da aparente saturação no uniforme, o marketing do clube afirmou que ainda quer vender mais uma propriedade.
A área ainda não está definida, mas a direção do clube espera conseguir mais um espaço no calção do time. O problema é o atual excesso de marcas que já têm contrato com o Grêmio Prudente.
Contra o Fluminense, no último domingo, o clube entrou em campo com uma lista extensa: Gel Vision na manga; Fisk no ombro e atrás do calção; Kanxa, a fornecedora de material, no pescoço e no calção; Damha Urbanizadora no canto superior esquerda da camisa; Localfrio no peito; BMG, recém assinado, no peito inferior; Unimed na frente do calção e Sil nas costas.
O diretor de marketing do clube, Rodrigo Bonfim, tem justificativas diversas para as vendas no uniforme. “É uma questão de mercado, outras equipes fazem o mesmo, como o Corinthians”, afirmou. O Corinthians mantém sete marcas em seu uniforme, além do próprio símbolo do clube. Mas o diretor vai além do futebol: “A Fórmula 1 é o esporte mais caro do mundo e o macacão dos pilotos é 100% utilizado”.
A busca sem limite do clube por novos patrocínios está, na verdade, atrelada à real possibilidade de rebaixamento da equipe para a Série B do Campeonato Brasileiro. Hoje, o time tem oito pontos de distância do grupo que se salva do rebaixamento; faltam onze jogos para o término do torneio.
O Grêmio Prudente, ainda um novato nos gramados brasileiros, deve perder substancialmente sua verba de publicidade caso caia à Série B, além de perder público, que mesmo hoje já é baixo; o time tem média inferior a cinco mil pagantes. De seus atuais patrocínios, aquele com maior duração é o da Unimed, que se encerra no fim do Campeonato Paulista. A maioria, assim como o BMG, termina em dezembro deste ano.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) foi condenada a pagar multa à TVA Sistema de Televisão S/A devido ao não cumprimento do contrato que garantia à empresa de televisão os direitos de transmissão exclusiva das partidas das edições de 1997 a 2001 do Campeonato Brasileiro. A decisão foi tomada pela Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ). O valor da penalidade alcança US$ 312.500,00.
O caso envolve, ainda, a União dos Grandes Clubes do Futebol Brasileiro (Clube dos Treze) e a Globo Comunicações e Participações Ltda. O contrato previa a transmissão, com exclusividade, dos jogos daquelas edições do Brasileirão. Foram dois recursos especiais interpostos ao STJ – o primeiro pela CBF e o segundo pela TVA. Ambos os recursos questionam decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ).
Inicialmente, segundo os autos, em outubro de 1993, foi assinado um contrato de cessão de direitos de transmissão dos jogos da principal competição nacional entre a CBF e a TVA. Já em abril de 1997 e em junho do mesmo ano, outro contrato foi firmado, dessa vez pelo Clube dos Treze, os dezesseis clubes de futebol integrantes do grupo e a Globo, detentora dos canais de televisão Globosat. Esse contrato previa a cessão de direitos de captação, fixação e transmissão, com exclusividade, das partidas das edições de 1997 a 1999 do Campeonato Brasileiro.
Com o início da competição, em julho de 1997, a TVA ajuizou ação cautelar contra a entidade do futebol nacional, o Clube dos Treze e a Globosat, com o objetivo de garantir o cumprimento do primeiro contrato que fora firmado entre TVA e CBF. Tentou, também, impedir a transmissão dos jogos pela Globosat. A TVA ajuizou, ainda, outra ação de decretação de nulidade dos contratos, argumentando violação de cláusula de exclusividade prevista no primeiro contrato assinado e ineficácia dos contratos, além de solicitar indenização pelos prejuízos causados pelo descumprimento.
Outra medida cautela foi ajuizada pela Globo para impedir a TVA de transmitir os jogos do campeonato relativo ao ano de 1997, sob pena de multa e condenação ao pagamento de indenização pelos danos decorrentes. O objetivo da ação era anular o contrato firmado entre a CBF e a TVA. Outros dez clubes de futebol e o Botafogo de Futebol e Regatas endossaram o pedido da Globo e pleitearam providências semelhantes às por ela ajuizada, ou seja, reconhecer a nulidade do contrato firmado entre CBF e TVA.
Decisão
Em primeira instância, o contrato entre a TVA e a CBF foi dado como extinto. Aquela ficou proibida de transmitir os jogos sob pena de multa, enquanto esta, assim como o Clube dos Treze e os clubes, foi condenada ao pagamento da multa contratual de US$ 312.500,00, solidariamente, segundo o câmbio oficial do dia de cumprir a obrigação.
Ao analisar as apelações, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro considerou ambos os contratos válidos, dando àquele firmado entre a CBF e a TVA a natureza jurídica de promessa de fato de terceiro, ou seja, a CBF firmou contrato com a TVA sem a anuência dos clubes de futebol, que são os responsáveis diretos pelos direitos de imagem e, conseqüentemente, de transmissão dos jogos dos clubes.
Para o TJRJ, caberia unicamente à CBF o pagamento da indenização por descumprimento de cláusula contratual. A partir daí, o tribunal estadual também reconheceu válidos os contratos celebrados diretamente entre a Globo Comunicações e os clubes de futebol.
Voto
Os recursos no STJ eram da TVA e da CBF. O relator, desembargador convocado Vasco Della Giustina, afirmou que, segundo a Lei Zico, apenas os clubes de futebol possuíam o direito de autorizar a transmissão dos jogos. No entanto, a CBF contratou com a TVA, colocando-se como “cedente” e comprometendo-se a conseguir que demais clubes aceitassem o contrato. Não cumprida a parte do contrato que cabia à CBF - esclarece o relator -, trata-se de promessa de fato de terceiro que, sem a anuência dos clubes, acarretou a responsabilização da CBF por perdas e danos à TVA.
O desembargador ressaltou ainda que não se pode atribuir ao Clube dos Treze responsabilidade pelo descumprimento do contrato firmado, apontando que os terceiros não podem ser incluídos em “contrato estranho”.
Em outros pontos contestados, o relator apontou que não há que se falar em julgamento “extra petita”, quando o juiz se limita às circunstâncias fáticas trazidas nos autos. Sobre o questionamento da exorbitância do valor dos honorários advocatícios fixados em R$ 1,25 milhão, o desembargador citou que é inviável a revisão, já que o montante não se revela ínfimo nem exagerado, devido ao tempo dispensado pelos advogados numa demanda que se arrasta desde 1997.
Ao negar provimento a ambos os recursos, os demais ministros da Terceira Turma seguiram o entendimento do relator.

Além de iniciar conversas com BMG e Ricardo Eletro sobre a permanência ou não das marcas, o Cruzeiro também mantém contatos com outros interessados em patrocinar o clube na próxima temporada.
Até o dia 31 de outubro, os atuais patrocinadores da Raposa têm preferência para renovar o contrato com o clube que vencerá no fim deste ano. Os atuais parceiros também podem cobrir eventuais propostas de concorrentes durante esse período.
- Estamos conversando e já temos algumas viagens agendadas com algumas empresas. A partir de 1° de novembro o Cruzeiro não precisa abrir propostas para eles (atuais patrocinadores). Podemos continuar negociando, mas acaba essa obrigatoriedade de poderem cobrir uma eventual proposta - explicou Antônio Claret, assessor comercial do clube e sócio-diretor da Serápis Bey Sports.
O clube ainda não definiu se fechará acordos para vender frente e costas da camisa (patrocínio master) e as mangas (patrocínio premium). Não está descartado também acertar um contrato exclusivo ou até mesmo ter três marcas na camisa.
- Isso ainda não foi decidido. Existe a possibilidade de ter até a terceira marca - explicou Claret.
O valor a ser pedido pelo clube também não foi determinado e ficará à mercê das negociações. Neste ano, o contrato fechado com o BMG foi o
A Pado lançou nesta terça-feira o cadeado da seleção brasileira. O produto licenciado tem as cores da bandeira nacional, formato de camisa de futebol e brasão da equipe pentacampeã mundial.
O produto será comercializado em revendas da Pado e no site oficial da companhia (www.pado.com.br). O preço sugerido pela empresa para o cadeado é R$ 35.
“Novamente nos aliamos a uma grande marca do mercado para lançar algo inédito e inovador. O cadeado da seleção brasileira chegou para completar a linha GOOOL, que já conta com cadeados de 17 times de futebol, também personalizados e em formato de camiseta”, disse Alexandre Zanatta, diretor comercial e de marketing da Pado.
A Pado precisou fechar acordo com a Warner Bros. Consumer Products para poder lançar o cadeado. A empresa norte-americana é parceira da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para o desenvolvimento de licenciados.