quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Real Madrid e Adidas negociam novo contrato


O Real Madrid quer ser o segundo maior contrato de patrocínio da Adidas em todo o mundo. Segundo o jornal espanhol “El Confidencial”, o time merengue pediu 50 milhões de euros por temporada para renovar contrato com a marca alemã. O atual vínculo termina no dia 30 de junho de 2012.

De acordo com o periódico, se o acordo for fechado com esse patamar, o Real Madrid passará a ser o segundo maior contrato da Adidas no futebol mundial. O único contrato maior é o que a companhia mantém com a seleção alemã, que rende 60 milhões de euros por ano à equipe nacional.

A valorização do atual contrato é uma das prioridades do presidente do Real Madrid, Florentino Pérez. O dirigente esteve reunido, na manhã da última terça-feira, com seu diretor-geral corporativo, José Ángel Sánchez, e o CEO da Adidas, Herbert Hainer.

O encontro foi o segundo entre Real Madrid e Adidas nas duas últimas semanas. Além da alta pedida do clube, a negociação esbarra em uma pretensão da companhia, que projeta um contrato de longo prazo com a equipe.


Fonte Maquina do Esporte

River Plate apresenta camisa para o Clausura 2011


O River Plate apresentou nesta semana o seu novo patrocinador. Em um evento organizado no Museu do River, foram apresentadas as novas camisas dos Millonarios para o Clausura 2011, o modelo é o mesmo usado no Apertura 2010.

A grande novidade é a marca da Tramontina estampada nas mangas da camisa, substituindo a PokerStars.

Os jogadores: Mariano Pavone, Matías Almeyda, Manuel Lanzini e Erik Lamela estiveram presentes no evento.

Fonte: riverplate.com e futebolmarketing

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Adidas renova com seleção espanhola


De acordo com o site mktesportivo a Adidas renovou seu contrato com a seleção espanhola.

O antigo contrato era válido até 2014, mas a empresa decidiu pela renovação em uma possível resposta a França, que deixou a Adidas e assinou com a Nike.

O novo contrato irá até 2018 e os valores passaram de 27 milhões para 32 milhões de dólares por ano. Além da seleção principal, a Adidas irá fornecer para todas as outras categorias, incluindo: feminina, sub-17 e sub-19.

A parceria entre Adidas e Espanha já dura 30 anos.


Por Murilo Girardelli

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

TV árabe Al Jazeera compra direitos de Copas de 2018 e 2022


A rede Al Jazeera, do Qatar, tornou-se a primeira emissora de TV a comprar os direitos de transmissão das Copas do Mundo de 2018 e de 2022 para o Oriente Médio e para o norte da África.
Em dezembro, a Fifa elegeu a Rússia como sede do Mundial-2018. Já o Qatar abrigará o torneio em 2022.

O valor pago pela Al Jazeera para as duas Copas do Mundo não foi divulgado.

A emissora qatariana transmitirá os torneios de 2018 e 2022 via cabo, satélite e terrestre, por celular e em banda larga para 23 países, entre eles Arábia Saudita, Argélia, Egito, Irã, Iraque, Líbano, Marrocos e Síria.

Será mais uma investida no futebol da TV do Qatar, que se tornou mundialmente famosa, ao longo da década passada, pelas coberturas de conflitos no Oriente Médio.
Hoje, a rede Al Jazeera possui cerca de dez canais esportivos --dois deles para a TV aberta-- e transmite todos os jogos de torneios locais.

A emissora também já comprou os direitos da Copa de 2014, no Brasil, depois de transmitir um Mundial pela primeira vez, o da África do Sul, no ano passado.
Inclusive, durante a Copa sul-africana, milhares de espectadores da TV árabe não puderam assistir a algumas partidas por defeitos nas transmissões via satélite.

Na época, a emissora pediu ao governo da Jordânia que investigasse o caso, por suspeitas de que o sinal da Al Jazeera tivesse sofrido interferências naquele país.

Além das Copas do Mundo de 2018 e 2022, a TV qatariana acertou com a Uefa, no final do ano passado, a compra dos direitos de transmissão da Copa dos Campeões e da Liga Europa até 2015.

Tornou-se a única emissora que transmite, no Oriente Médio e no norte da África, os dois principais interclubes do continente europeu.

Recursos não faltam para os pesados investimentos da emissora qatariana na transmissão de jogos de futebol.

A Al Jazeera é bancada pelo emir Hamad bin Khalifa Al Thani, governante do Qatar desde 1995 e detentor de uma fortuna avaliada em 50 bilhões de libras (cerca de R$ 132 bilhões).


Por Arlindo Dutra

América-MG negocia naming rights de estádio


Para um país que teve apenas uma venda expressiva de naming rights registrada na década de 2000, entre Kyocera e Atlético Paranaense, a negociação da propriedade em estádios está crescendo entre clubes da primeira divisão brasileira. A busca por empresas, antes restrita a Corinthians, Palmeiras e Grêmio, agora também é feita por América-MG.

O clube mineiro está em fase final de reconstrução do estádio Independência, em Belo Horizonte. As reformas, anunciadas em dezembro de 2008, só foram efetivamente iniciadas em janeiro de 2010. Com término previsto para junho de 2011, a equipe está empenhada em negociar camarotes, espaços publicitários e naming rights.

A reconstrução do Independência também será financeiramente positiva ao América-MG em termos de bilheterias. Desde o fechamento do Mineirão para obras, a dupla Atlético-MG e Cruzeiro tem disputado partidas em cidades distantes de Belo Horizonte. Com a alternativa na capital mineira, ambos devem gerar receita para o rival.


Fonte: Maquina do Esporte

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Família Sensi tem cinco propostas para vender a Roma


A Roma poderá ter a sua venda decidida nos próximos dias. A família Sensi e as credoras do clube, Unicredit e Rothschild, estão analisando cinco propostas para vender o clube.
As negociações foram confirmadas oficialmente nesta semana pela Compagnia Italpetroli, holding da família Sensi.

De acordo com o anúncio, as ofertas de compra estão sendo analisadas a partir de elementos "quantitativos e qualitativos", mas não foram dados mais detalhes a respeito do que a família está em busca, tampouco valores mínimos para venda.

Os possíveis compradores enviaram suas propostas nesta semana!
Um consórcio liderado por Thomas DiBenedetto, a Abu Dhabi's Aabar Investments PJSC; a família Angelucci, que vive em Roma, um grupo libero-americano e uma companhia francesa e um fundo de investimentos sediado no leste europeu são os interesse em comprar os giallorossi.

Segundo o jornal Corriello dello Sport, Rothschild irá analisar as propostas e decidir pela vencedora nas próximas 48 horas. Segundo rumores, o grupo de Benedetto pagará € 120 milhões para controlar o clube e a Unicredit terá 40% das ações do clube. Os valores não estão confirmados.


Por Michael Ginobili

Dupla Remo e Paysandu fecha patrocínio com Banpará


Finalmente as diretorias de Clube do Remo e Paysandu conseguiram o que queriam.
O governo do Estado do Pará oficializou nesta semana um acordo do Banco do Estado do Pará (Banpará) com a dupla Remo e Paysandu.

A parceria havia sido sugerida pelos dirigentes dos clubes depois de a Fundação de Telecomunicações do Pará (Funtelpa) ter cortado, no início deste ano, o patrocínio que fazia a ambos.

O Secretário de Comunicação do Estado, Ney Messias, relatou que as negociações foram aceitas na semana passada pelo governador Simão Jatene. “Hoje encaminhei todo o parecer para o presidente do Banpará. Agora ele vai fazer o contrato e chamar os clubes para assinar”, divulgou.

O contrato valerá por um ano, e a marca do Banpará aparecerá nos uniformes dos dois rivais. Como os cofres públicos estão negativos, o banco destinará R$ 50 mil por mês a cada clube, R$ 10 mil a menos do que a Funtelpa fazia.


Por Gean Falco via Diário do Pará

Chelsea anuncia prejuízo


O Chelsea anunciou que teve um prejuízo de 70 milhões de libras (R$ 190 milhões) na última temporada, quando conquistou os títulos do Campeonato Inglês e da Copa da Inglaterra .

Ao divulgar nesta semana o seu resultado financeiro para o período de 12 meses, o clube do oeste de Londres insistem em encarar o número com otimismo, embasados pela diminuição em comparação ao ano anterior, quando foram perdidos 72 milhões de libras.

O resultado financeiro sucede a contratação de Fernando Torres, ex-ídolo do rival Liverpool, pelo montante de 50 milhões de libras. O fluxo de caixa em relação às transferências, porém, está positivo em 3,8 milhões de libras, ante 16,9 milhões do ano passado.


Por Murilo Girardelli e Gean Falco

Kaiserslautern fecha acordo com Uhlsport


A Uhlsport, empresa de material esportivo, fechou acordo de fornecimento por três anos com o clube alemão FC Kaiserslautern. O contrato terá início na temporada 2011/2012 e renderá ao clube 750 mil dólares por ano.

A Uhlsport fica responsável pelo uniforme principal, treino e pelo desenvolvimento de réplicas a serem vendidas no mercado.

O Kaiserslautern encerrou seu contrato com o antigo fornecedor, Do You Football, assim como outros dois clubes alemães: Union Berlin e Bochum. A empresa deve decretar falência.


Fonte: mktesportivo

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Clubes ingleses gastam R$ 561 mi em contratações


Após dois anos e meio de quedas sucessivas nos gastos com transferências, a Inglaterra mostrou em janeiro que ainda possui a liga nacional mais rica do planeta.
Os 20 clubes da primeira divisão da Inglaterra puseram fim à tendência negativa e gastaram muito na janela de transferências de inverno, encerrada na noite desta segunda-feira.

Com os negócios anunciados até a última noite, as equipes da Premier League haviam desembolsado pouco mais de 246 milhões de euros (R$ 561 milhões) em reforços durante o primeiro mês de 2011. No mesmo período da temporada passada, o mercado de contratações de jogadores movimentou 45 milhões de euros.

Os valores gastos neste princípio de ano são os maiores da história do país, superando os de 2007/2008, a última temporada pré-crise. Na ocasião, o mercado inglês torrou quase 245 milhões de euros na janela de inverno.

Bancados por magnatas, os clubes ingleses ignoraram os alertas financeiros e desembolsaram altas quantias na atual temporada. No mesmo dia em que anunciou a perda de 82,5 milhões de euros na temporada passada e que considerou o balanço positivo, o Chelsea acertou a contratação mais cara da história inglesa.

Por 58 milhões de euros, tirou o atacante espanhol Fernando Torres, 26, do Liverpool. O clube londrino, de propriedade do bilionário russo Roman Abramovich, ainda fechou a compra do zagueiro brasileiro David Luiz, do Benfica, por 25 milhões de euros.


O Liverpool, que escapou da falência ao trocar de dono há cerca de três meses, supriu a perda de Torres gastando quase 68 milhões de euros para adquirir os atacantes Andy Carroll e Luis Suárez.

Curiosamente, o Manchester City, protagonista dos últimos mercados ingleses, teve uma atuação menos agressiva desta vez. O clube do xeque Mansour bin Zayed Al-Nahyan teve apenas um reforço, o atacante bósnio Edin Dzeko, tirado do Wolfsburg por quase 38 milhões de euros.

OUTRAS LIGAS

O fenômeno de crescimento do investimento no mercado de inverno não se limitou à Inglaterra. As quatro principais ligas nacionais da Europa aumentaram os gastos.

Na Alemanha, onde os maiores clubes do país anunciaram na semana passada que tiveram um deficit de 77,8 milhões de euros na última temporada, a janela movimentou quase 50 milhões de euros, contra 15 milhões de euros de 2010.

Na Itália, o custo foi de menos de 52 milhões de euros para quase 85 milhões de euros. Na Espanha, o gasto foi de 30 milhões de euros, quase o triplo do de 2010.

Os 438 milhões de euros (R$ 1 bilhão) desembolsados pelas quatro ligas em janeiro são mais do que o dobro dos R$ 400 milhões destinados pelo BNDES para obras de cada estádio da Copa de 2014.


Fonte: Folha de São Paulo