O Palmeiras trava uma queda-de-braço com duas empresas pelo patrocínio das mangas da camisa do uniforme de jogo. As negociações giram entre R$ 8 milhões e R$ 10 milhões. Apesar da urgência, para terminar o ano com um alívio nas dívidas, o clube já foi informado de que não receberá tudo de uma vez.
Com a Tennys Pé, o Alviverde fechou por R$ 378 mil a cada jogo. Melhor do que o contrato do São Paulo com a mesma empresa, que acertou um pacote de seis partidas com desconto este ano, tendo recebido R$ 230 mil por cada uma delas.
Sem direito a exposição da marca nos uniformes, o site de apostas Misterapuestas.com vai patrocinar o Osasuna. A negociação dará ao portal o direito de explorar o nome da equipe em ações comerciais e campanhas publicitárias.
O Misterapuestas.com é o sétimo patrocinador do Osasuna para a atual temporada. Além disso, a equipe tem contratos com NGS, Reyno de Navarra, Astore, Caja Navarra, IMQ e Coca-Cola.
O curioso é que o acordo do Osasuna com o portal de apostas não inclui exclusividade no segmento em que a empresa atua. A diretoria da equipe, aliás, negocia com outra empresa da mesma área e pode anunciar o acordo ainda nesta semana.
A grande diferença é que o possível novo patrocinador do Osasuna não tem a internet como foco. A empresa atua com apostas, mas trabalha com sede física.
O Osasuna somou cinco pontos nas seis primeiras rodadas do Campeonato Espanhol. Até aqui, a equipe aparece na 15ª posição da tabela.
O refrigerante Big Cola, produzido pelo grupo peruano AJE, é o novo patrocinador do Barcelona. O acordo tem validade de 12 meses, foi fechado no último fim de semana e não teve valores divulgados.
O contrato inclui a utilização de jogadores e da imagem do Barcelona em ações comerciais dos refrigerantes Big Cola, que tentam ganhar mercado a partir da associação. Os atletas serão usados nas embalagens de garrafas de três litros da bebida.
“Queremos ser uma das principais multinacionais do segmento em dez anos. Muitos podem dizer que estamos loucos, mas começamos há 20 anos e conseguimos atingir um patamar internacional em dez. Agora somos a segunda ou terceira marca nos países em que nós operamos”, disse Jorge López Doriga, diretor de mercado do grupo AJE.
Um dos próximos projetos no plano de internacionalização da Big Cola é a entrada no mercado brasileiro. A marca espera começar a operar no país sul-americano ainda neste ano, e atualmente estuda maneiras de começar a fazer isso.
“A América Latina é um mercado-chave para nós. O projeto faz da Big Cola o sócio perfeito. Esperamos muito dessa parceria, e estamos seguros que essas expectativas serão alcançadas”, afirmou Laurent Colette, diretor de marketing do Barcelona.
O banco BMG fechou patrocínio a mais um clube na primeira divisão do Campeonato Brasileiro. A instituição financeira acertou com o Grêmio Prudente, último colocado da atual temporada, e vai estampar as camisas da equipe paulista até o fim deste ano.
O Grêmio Prudente é o sexto dos 20 clubes da Série A a estampar a marca do BMG no uniforme. Antes disso, a empresa já havia fechado com Atlético-GO, Atlético-MG, Cruzeiro, Flamengo e São Paulo.
“Acreditamos que esse é o início de uma parceria duradoura”, disse Rodrigo Bonfim, gerente de marketing do Grêmio Prudente, sobre o contrato com o BMG. O logotipo do banco já apareceu na camisa da equipe no último sábado, no empate por 1 a 1 com o Fluminense.
Na zona de rebaixamento do Campeonato Inglês, o Liverpool, antepenúltimo colocado da competição, com apenas seis pontos conquistados em sete jogos, recebeu duas ofertas de compra nesta terça-feira, informou o site BBC Sport. De acordo com a publicação, uma proposta seria de investidores asiáticos, enquanto a outra viria dos Estados Unidos.
Não bastasse a má fase dentro das quatro linhas, o Liverpool também enfrenta uma grave crise financeira. O clube tem uma dívida de cerca de 400 milhões de euros (R$ 690 mi) e foi posto à venda em abril pelos proprietários Tom Hicks e George Gillett. A possível compra por parte dos investidores, portanto, poderia ser uma boa solução para amenizar a situação.
- As duas propostas reduziriam significativamente as dívidas e permitiria que os atuais proprietários retomassem o investimento original de volta - disse à BBC Sport uma fonte que pediu anonimato.
Alvo da ira dos torcedores do clube, Hicks e Gillett teriam pedido cerca de 400 milhões de euros (R$ 928 mi) para vender o Liverpool. Este valor serviria para reduzir as dívidas e permitiria também que os proprietários dos Reds recuperassem o investimento feito em 2007, ano em que compraram o time.
O Palmeiras fechou contrato com a TIM por R$ 2 milhões. O clube avançou 50% quanto ao valor tratado inicialmente, há cinco meses, com a empresa de telefonia celular. O montante será pago logo que a marca figure nas camisas de jogo neste primeiro ano. Depois, ele será mensal, ao longo dos dois anos subseqüentes.
Tottenham e West Ham vão travar uma briga fora de campo nos próximos dias. Os dois clubes fizeram propostas para a gestão do estádio olímpico de Londres, uma das principais obras da cidade para receber os Jogos Olímpicos de 2012.
A oferta do Tottenham faz parte de uma parceria com a empresa AEG, que tem experiência com gestão de aparatos com foco em entretenimento. O mais curioso é que o governo local aprovou recentemente a construção de um novo estádio do clube no terreno em que está a arena atual.
A diretoria do Tottenham já havia dito anteriormente que a preferência do clube é construir um novo estádio. Contudo, a entrada da equipe na concorrência pela arena olímpica indica que o projeto de erguer um aparato desse porte pode não ter encontrado receita suficiente.
Para ficar com o estádio olímpico, porém, o Tottenham precisará vencer o projeto do West Ham, que também quer ficar com o local. O clube pensa em transformar a arena em um empreendimento com capacidade para 60 mil pessoas e uso em várias modalidades.
O estádio olímpico de Londres comportará 80 mil pessoas, mas grande parte dessa estrutura será móvel. Depois dos Jogos, a capacidade da arena será reduzida. O clube que assumir a gestão precisará manter eventos de atletismo na arena.
O contrato de fornecimento de material esportivo do Boca Juniors pode passar a render US$ 7,5 milhões anuais ao clube argentino. Segundo o “Diário Show”, esse é o valor estipulado pela diretoria para negociar uma ampliação de vínculo com a Nike.
Parceira do Boca desde 1996, a Nike tem contrato com o clube até o próximo ano. De acordo com o periódico argentino, a companhia de material esportivo negocia com a equipe um acordo de US$ 30 milhões para seguir atrelada ao time por mais quatro temporadas.
Ainda segundo o jornal, a proposta faria o Boca receber por ano o dobro do que o River ganha da Adidas pela fabricação de seus uniformes. O montante também seria 20 vezes superior ao faturamento do Racing, que é patrocinado pela Olympikus.
Independentemente dos valores, o fato é que o Boca negocia atualmente o futuro de seu contrato de fornecimento de material esportivo. Recentemente, a imprensa argentina chegou a divulgar que o clube tinha conversas adiantadas com a Olympikus. Contudo, a empresa negou.
O Manchester City transformou-se recentemente em um dos principais compradores do mercado internacional de jogadores de futebol. No entanto, o balanço financeiro do último ano fiscal, revelado pela diretoria nesta sexta-feira, mostrou que o comportamento não tem sido eficiente até aqui. No período, a equipe inglesa teve um prejuízo de 139 milhões de euros.
O documento de 85 páginas é alarmante: o prejuízo do Manchester City foi o segundo maior da história de um clube da Premier League. O déficit é superado apenas pelos 162 milhões de euros que o Chelsea perdeu entre 2004 e 2005.
No caso do City, pesou de forma definitiva o gasto do clube com salários, que ficou em torno de 153 milhões de euros. Esse valor já é superior ao faturamento da equipe, que foi de 144 milhões de euros.
O City investiu 120 milhões de libras em reforços neste ano, o que deve manter o alto custo de seu departamento de futebol. Com isso, a diretoria espera reduzir o montante investido nas próximas temporadas.
“Ser proprietário de um clube como o Manchester City, com uma história rica, tem uma lista única de obrigações com os torcedores, funcionários e a comunidade de Manchester. Isso é algo que eu levo a sério. O desafio que eu coloco para minha equipe é de desenvolver o City para que seja um dos clubes com maior sucesso dentro e fora do campo”, disse o xeque Mansour bin Zayed al-Nayan, proprietário da equipe
Depois de sediar a Copa do Mundo entre junho e julho de 2010, a África do Sul tem um novo objetivo. O país de Nelson Mandela quer sediar a Copa das Nações Africanas em 2015 e se baseia no sucesso do Mundial deste ano para convencer a Fifa.
"Não há melhor jeito de agradecer à África por nos dar suporte durante a Copa do Mundo do que sediando a Copa das Nações nos mesmos estádios", disse o chefe da Associação Sul-africana de Futebol (Safa, na sigla em inglês), Kirsten Nematandani, ao jornal local "The Sowetan".
"Não haverá nenhuma dúvida a respeito da infraestrutura porque ela está aqui, junto com a acomodação", acrescentou o dirigente. "Não haverá nenhuma dúvida sobre o transporte está aqui, bem como estádios de nível mundial. Nós temos tudo".
Marrocos já declarou oficialmente a intenção de organizar o torneio em 2015 ou em 2017.